Resenha: Sad Theory – Vérmina Audioclastia Póstuma

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Por Raphael Arizio

Esta resenha foi extraída da edição 61 a October Doom Magazine. Leia este e outros conteúdos em online ou faça o download:
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A banda Sad Theory lança se novo disco intitulado “Vérmina Audioclastia Póstuma”. Depois de ficar afastada por uns anos lançamento de forma independente seu novo trabalho e fica a pergunta de como não tem mais reconhecimento. Se mostraram desde o começo uma banda bem à frente de seu tempo com seu Death Metal com diversas influencias de outros ritmos da música pesada.

Não se pode deixar de destacar a parte lírica do disco pois trata-se de um trabalho conceitual que descreve a jornada de um indivíduo desde sua saúde perfeita até a lenta instalação da enfermidade e a chegada da morte. Talvez isso tenha claras influências no novo baixista da banda Daniel, pois o mesmo é médico e possa ter influenciado a banda nesse sentido.

capa
(Sad Theory – Vérmina Audioclastia Póstuma – Capa)

O disco se mostra bem homogêneo e passa uma emoção latente entre suas faixas, característica já presente em seu disco anterior “Descrítica Patológica”lançado em 2012.  A banda nesse disco mostra uma influência de Heavy Metal latente, mas sem perder o peso característico da banda. Destaca-se também um trabalho de baixo matador, com linhas bem versáteis e trazendo grande peso ao disco. A falta de um baterista não trouxe maiores problemas para a banda. Foi usada uma bateria eletrônica no disco e isso deixou o disco nem um pouco chato ou repetitivo.  As guitarras se destacaram com riffs e melodias matadoras em todas as faixas, sem deixar o som chato ou enjoativo, com diversas passagens matadoras e muito bem elaboradas. O disco também se destaca pela ótima qualidade sonora e produção muito bem-feita no Funds House Studio. Fica complicado destacar um ou outra faixa pois trata-se de um disco que deve ser escutado por inteiro.  Com certeza um dos melhores discos nacionais do último ano.

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